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Atualizado às: 24 de agosto, 2004 - 22h37 GMT (19h37 Brasília)
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Vôlei feminino vence os EUA e vai à semifinal
Jogadoras da seleção brasileira de vôlei feminino
As brasileiras cederam o empate mas decidiram o jogo no tie-break
A Seleção Brasileira feminina de vôlei passou às semifinais dos Jogos Olímpicos de Atenas, ao derrotar os Estados Unidos por 3 a 2 (25/22, 25/20, 22/25, 25/27 e 15/6), nesta terça-feira.

Vencendo por 2 sets a 0, as brasileiras permitiram a reação americana e a partida foi decidida no tie-break.

Na próxima quinta-feira, o Brasil jogará com a Rússia, que nesta terça-feira eliminou a Coréia do Sul.

A vitória representou um alívio para a equipe. O time chegou a estar vencendo por 2 a 0, permitiu o empate das americanas, mas fechou o jogo em grande estilo, no quinto e decisivo set.

Análise

"O jogo das quartas-de-final é sempre tenso. Quem vence entra na briga por medalhas. Quem perde fica de quinto a oitavo. É frustrante", comentou o treinador José Roberto Guimarães.

Embora aponte falhas na atuação da equipe diante dos Estados Unidos, Zé Roberto elogiou as jogadoras pela vitória.

"Nosso grupo está de parabéns. Soube superar as dificuldades no jogo", disse.

O técnico entende que o motivo da reação americana na partida foi que o Brasil parou de sacar forte.

"Fizemos dois sets exemplares. Mas, no terceiro e quarto, nosso time parou e ficou sem agressividade. Não nos comportamos bem nos ataque e contra-ataques. Com isso, as americanas cresceram", analisou.

Rússia

Sobre a Rússia, adversário das semifinais, Zé Roberto espera um jogo tenso como o desta terça-feira. "Vai ser igual. É uma outra final. A Rússia é um time difícil de jogar. Tem um bloqueio e ataque muito forte", disse.

"Precisamos trabalhar a emoção e o coração. O Brasil precisa de cautela e se adaptar ao jogo delas, apesar do pouco tempo."

Aliviada após a vitória, Virna disse que os Estados Unidos jogaram muito bem taticamente e na defesa.

"Mas, no quinto set, entramos com mais vontade e mais agressividade. A união do grupo também contou", disse a jogadora, destacando que o saque brasileiro foi decisivo no tie-break.

Virna espera a mesma dificuldade no jogo diante da Rússia. "É um time com bloqueio muito bom. Temos que estudá-las taticamente e jogar com o coração", disse.

Fernanda Venturini, por seu lado, lembrou que as russas são tão altas quanto as americanas, embora não tenham uma defesa tão boa.

"Mas o bloqueio delas aparece muito. Vamos ver alguns vídeos e estudar a melhor forma de superá-las", disse a levantadora.

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