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Guerra às drogas são um sucesso, dizem EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A produção da pasta de coca, matéria prima para a obtenção da cocaína, diminuiu em 30% na Colômbia nos dois últimos anos, segundo o chefe da política de combate às drogas dos Estados Unidos, John Walters. Ele disse que os esforços da Colômbia e do México contribuíram para diminuir a quantidade da droga que entra nos EUA. As declarações contradizem o que Walters tinha dito na semana passada. Em viagem ao México, ele disse que a quantidade de cocaína que entrava nos EUA não havia diminuído. “As iniciativas não alcançaram nosso objetivo, que é a diminuição da oferta”, disse ele em uma conferência na Cidade do México. Interrupção Nesta terça-feira, ele disse que 440 toneladas de cocaína foram apreendidas na América Latina, EUA e Europa, no ano passado. Isso, segundo ele, representaria 40% do total da droga que entra nos EUA e na Europa anualmente. “Nos próximos 12 meses vamos observar mudanças: primeiro a qualidade da droga vai piorar, depois vai se tornar mais cara.” Walters disse que existem sinais de que o cultivo e a distribuição de cocaína começaram a ser afetados. Os Estados Unidos fornecem treinamento, equipamentos e informações do serviço secreto para o Exército colombiano combater traficantes. A operação transformou o país no terceiro maior receptor de ajuda militar americana Correspondentes afirmam, entretanto, que toda vez que os EUA conseguem diminuir a produção em algum país da América Latina, a oferta é compensada por um aumento em outra parte da região. A produção de coca aumentou visivelmente no Peru, o segundo maior produtor de cocaína no mundo. |
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