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EUA dizem ter matado 300 milicianos no Iraque em dois dias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
No segundo dia de combates entre soldados americanos e milícias simpatizantes do religioso xiita Moqtada Al-Sadr, os militares dos Estados Unidos alegam já ter matado 300 milicianos até esta sexta-feira. A informação, no entanto, foi desmentida por representantes do grupo de Al-Sadr que dizem ter registrado 36 mortes no grupo, o chamado Exército Mehdi. Do lado americano, foram confirmadas duas mortes, além de um helicóptero derrubado, que deixou dois feridos. As batalhas mais violentas têm acontecido na região de Najaf, no centro do Iraque, uma cidade sagrada para os xiitas. Bagdá No entanto, a área xiita de Bagdá também foi palco de confrontos em que 34 pessoas teriam morrido desde quinta-feira. Assessores de Al-Sadr fizeram um apelo nesta sexta-feira aos muçulmanos pela luta armada contra os "ocupadores", em "defesa os locais sagrados do Iraque". Além disso, simpatizantes do clérigo xiita pediram para o governo interino do Iraque "intervir para parar os ataques americanos". A onda de violência que explodiu nos últimos dias está sendo considerada a pior desda trégua de junho entre os americanos e a milícia de Al-Sadr. Ambos os lados se acusam mutualmente de ter rompido o acordo. Os xiitas acusam os militares americanos de ter danificado o minarete da mesquita de Imam Ali, o ponto mais sagrado de Najaf. Em Najaf, a administração da cidade pediu reforços dos fuzileiros navais americanos depois que a principal delegacia da cidade foi atacada durante a noite, segundo informações dos militares. |
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