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Polícia mata membros de seita que promovia 'troca de esposas' na Nigéria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Várias pessoas foram mortas nesta quinta-feira quando a polícia nigeriana invadiu o centro de uma seita islâmica cujos membros compartilhavam suas esposas. Integrantes da seita Yan-Gwagwarmaya enfrentaram a polícia com revólveres e machadinhas antes de serem dominados, segundo a polícia Residentes da remota vila de Birnin Kebbi, no noroeste do país, fizeram reclamações contra a seita após o grupo ter tentado recrutar jovens locais e reverenciar uma escultura de uma entidade chamada de Kabah. Parte da população islâmica local teria ficado ofendida porque Kabah também é o nome do local mais santo na cidade sagrada de Meca, na Arábia Saudita. Talebã Cinco policiais ficaram seriamente feridos no confronto. O líder do grupo, Sanusi Makera-Gandu, também sofreu ferimentos graves. Elizabeth Blunt, correspondente da BBC na Nigéria, diz que esse é o mais recente de uma série de incidentes envolvendo jovens muçulmanos que formam comunidades e se recusam a reconhecer as autoridades civis ou religiosas do país. O governo não divulgou o número total de mortos no conflito desta quarta-feira. Números de mortos e feridos em conflitos como esse são um assunto delicado na Nigéria. Segundo os correspondentes internacionais, Elas são geralmente diminuídas para não inflamarem ainda mais ainda as tensões. Em janeiro, outra seita islâmica, chamada Talebã, atacou estações de polícia e residências de policiais no nordeste do país. |
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