|
Enxadrista deve apelar contra deportação | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-campeão mundial de xadrez, Bobby Fischer, deve apelar contra a decisão de uma corte japonesa de extraditá-lo para os Estados Unidos. O prazo para o apelo expira nesta segunda-feira. Fisher tem estado foragido do governo americano por mais de uma década e pode ser condenado a pagar uma multa ou mesmo ir para a cadeia. Considerado um gênio controverso, ele é acusado de violar sanções internacionais ao visitar a Iugoslávia em 1992 para disputar uma partida contra seu rival Boris Spassky. Cidadão americano mas crítico feroz da política externa de seu país – ele chegou a dizer publicamente que os atentados de 11 de Setembro de 2001 seriam ‘ótimas notícias’ -, Fisher foi detido no aeroporto de Tóquio no dia 13 de julho. Os Estados Unidos dizem que ele tentava embarcar para as Filipinas usando um passaporte falso. Ele viveu três anos no Japão sem ser descoberto, viajando ocasionalmente para o exterior. O governo japonês negou seu apelo inicial na semana passada. Ele agora deve refazer o pedido. Simpatizantes de Fisher estariam tentando conseguir um passaporte alemão para o enxadrista, para que ele possa viajar para a Europa ao invés dos Estados Unidos. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||