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Dobra número de mortes em ataques piratas, diz relatório global | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A organização que monitora a pirataria em todo o mundo afirma que houve um grande aumento no número de tripulantes de navios assassinados no primeiro semestre de 2004. A Agência Marítima Internacional afirma que 30 tripulantes foram mortos, duas vezes mais do que o número de assassinatos no mesmo período do ano passado. É o mais alto número de mortes ligadas à pirataria na última década, apesar de uma queda global na quantidade de ataques. Metade dos casos foram registrados em águas nigerianas. Outros lugares perigosos são Vietnã, Bangladesh e Filipinas. Pressão "A grande selvageria e a quantidade de ataques estão ligados a problemas de lei e ordem", disse o relatório divulgado pela escritório da agência na Malásia. Ainda segundo o documento, "as autoridades nigerianas estão sob pressão e não conseguem responder adequadamente aos ataques no mar". O número de ataques em todo o mundo caiu quase 25% comparado com o mesmo período do ano passado, mas a situação no Estreito de Malacca, entre a Indonésia e a Malásia, se deteriorou. Ataques a navios nessa rota marítima aumentaram até 33%. Como resultado, na semana passada, a Malásia, a Indonésia e Cingapura começaram a coordenar patrulhas navais no Estreito de Malacca. Oitenta e dois dos 182 incidentes relatados em todo o mundo no primeiro semestre aconteceram naquelas águas, a maioria em território indonésio. |
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