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Arafat nega que sua administração esteja em crise | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O líder palestino Yasser Arafat negou que a sua administração esteja em crise depois que militantes na Faixa de Gaza voltaram a atacar neste sábado edifícios pertencentes à Autoridade Palestina. Arafat disse ter total confiança em seu primeiro-ministro, Ahmed Qorei, que entregou um pedido de renúncia há uma semana por causa dos constantes protestos. O pedido foi rejeitado por Arafat. As violentas manifestações marcam a segunda semana consecutiva de protestos contra a administração de Yasser Arafat. Os ativistas atearam fogo a uma estação de polícia na cidade de Zwaida, perto da Cidade de Gaza. Na cidade de Khan Younis, no sul de Gaza, membros da Brigada dos Mártires Al-Aqsa assumiram o controle de um edifício da Autoridade Palestina e exigiram empregos. Reformas Até o momento, não há relatos de que os ataques tenham deixado feridos. Os manifestantes vêm exigindo que Yasser Arafat promova reformas no serviço de segurança palestino e tome ações para pôr fim à corrupção dentro da Autoridade Palestina. Os protestos também acabaram provocando a queda de Moussa Arafat, o sobrinho do presidente da Autoridade Palestina que havia assumido o comando da segurança palestina. Um correspondente da BBC em Jerusalém disse que os atuais conflitos entre grupos rivais das forças de segurança de Yasser Arafat têm sido vistos como uma luta pelo poder dentro do movimento Fatah em antecipação à planejada retirada de Israel da Faixa de Gaza no ano que vem. |
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