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Americanos são julgados por ter prisão em Cabul | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um americano que está sendo julgado no Afeganistão por ter montado uma operação privada de combate ao terrorismo afirma que suas atividades eram conhecidas pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Em declarações feitas antes do início de seu jugalmento, nesta quarta-feira em Cabul, Jonathan K. Idema disse que foi abandonado pelo governo americano. O julgamento foi posteriormente suspenso por duas semanas. Mas o Departamento de Estado afirmou que Idema e outros dois americanos que foram presos por manter uma prisão privada eram mercenários atuando sem relação com o governo. Idema, um ex-soldado, disse que ajudou a evitar uma série de ataques terroristas e que costumava trocar e-mails e telefonemas com o gabinete do secretário de Defesa Donald Rumsfeld. Suspeitos Entre as acusações que os três terão de responder estão as de seqüestro, tortura e manutenção de uma prisão ilegal. Idema, que seria o líder do grupo, afirma que estava cercando suspeitos da organização Al-Qaeda. Além dos três americanos, quatro afegãos foram presos também. As prisões foram feitas durante uma operação em uma casa onde oito afegãos estavam sendo mantidos como prisoneiros. O destino dos prisioneiros segue desconhecido. Autoridades afegãs dizem que eles foram soltos, mas há pessoas que afirmam que pelo menos cinco não reapareceram. |
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