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Governo do Iraque suspende proibição de jornal de Sadr | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo interino do Iraque suspendeu a proibição à publicação de um jornal pertencente ao clérigo muçulmano radical Moqtada Sadr. O jornal al-Hawza foi fechado em março deste ano pelo ex-governo de coalizão liderado pelos Estados Unidos. Segundo os Estados Unidos, a publicação de Sadr estava incitando a população a praticar atos de violência contra as forças americanas. O fechamento do jornal e a prisão de um dos militantes ligados ao líder muçulmano gerou violentas confrontações entre ativistas iraquianos e tropas dos Estados Unidos. Liderança Nos meses posteriores ao fechamento do jornal, a popularidade de Sadr entre muçulmanos xiitas descontentes com a ocupação americana cresceu bastante. Forças americanas e representantes de Sadr alternaram meses de combate e de tentativas de estabelecer uma trégua duradoura. Representantes dos Estados Unidos chegaram a anunciar que iriam prender Sadr, mas isso nunca aconteceu. O primeiro-ministro interino do Iraque, Iyad Allawui, declarou que a suspensão da proibição ao jornal foi tomada para demonstrar que ele tem crença absoluta na liberdade de imprensa no país. No início deste mês, um porta-voz de Sadr anunciou que o clérigo muçulmano pretendia continuar resistindo à ocupação americana do Iraque, mas não mais por meio de atos violentos. |
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