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'Desertor' americano viaja ao Japão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um ex-militar americano, acusado de ter desertado na Coréia do Norte há quase quarenta anos, vai viajar ao Japão para tratamento médico e sob a sombra de um possível pedido de extradição. Charles Jenkins, de 64 anos, pode ser entregue pelos japoneses a autoridades americanas depois de ser tratado de problemas nos estômago. Ele vai ao Japão, com a mulher japonesa e das filhas dele, com quem Jenkins se reencontrou na Indonésia na semana passada. A mulher e as filhas se mudaram para o Japão em 2002, mas o ex-militar não queria deixar a Coréia do Norte, com medo de ser extraditado para os Estados Unidos. Saúde Imagens exibidas na televisão mostraram Charles Jenkins fraco, andando com ajuda de uma bengala e apoiado na mulher, quando saiam de um hotel em Jacarta, capital da Indonésia, na manhã de domingo. A família vai viajar em um avião fretado pelo governo japonês. Assim que chegar a Tóquio, Jenkins vai ser levado ao hospital para tratamento urgente. O americano já teria sido submetido a uma operação no estômago na Coréia do Norte. O embaixador americano no Japão, Howard Baker, disse no sábado que os Estados Unidos podem esperar algum tempo antes de pedir a entrega de Jenkins. O diplomata disse que os americano estavam conscientes das condições do ex-militar e que o Ministério de Relações Exteriores do Japão pediu que fossem considerados os "ângulos humanitários do caso". Na quinta-feira, um porta-voz do Departamento de Estado havia dito, em Washington, que os Estados Unidos iriam insistir em tomar a custódia de Jenkins assim que ele chegasse ao Japão, com base em um acordo militar assinado entre os dois países. |
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