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Líder do Irã liga EUA e Israel a mortes no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse acreditar que Estados Unidos e Israel estão por trás dos seqüestros e mortes de estrangeiros no Iraque. "Nós suspeitamos seriamente de que agentes americanos e israelenses conduziram estes horrendos atos terroristas", disse Khamenei à agência de notícias oficial do Irã, Irna. Khamenei afirmou não acreditar que "aqueles que seqüestraram cidadãos filipinos ou degolaram americanos sejam muçulmanos". O Irã costuma acusar forças ocidentais pela instabilidade no Iraque, mas é a primeira vez que um líder político local faz acusações tão agressivas e de forma pública a respeito das forças ocidentais no país vizinho. Terror O líder supremo do Irã defendeu a campanha internacional contra o terrorismo como uma iniciativa "essencial". "O terrorismo é um fenômeno horrível e deplorável. A República Islâmica do Irã sentiu as conseqüências do terrorismo há muitos anos e é por essa razão que consideramos a campanha contra o terrorismo de grande importância." Khamenei atribuiu à organização Al-Qaeda o assassinato de 11 diplomatas e repórteres iranianos no Afeganistão. Mas o líder do Irã disse que os atos de violência contra alvos iranianos foram ignorados por potências ocidentais. "Nem os americanos, nem os europeus, que estão perseguindo agentes da Al-Qaeda – a quem consideram os mais perigosos terroristas mundiais –, esboçaram qualquer reação." |
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