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Para EUA, corte não é 'fórum ideal'; Arafat comemora decisão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos criticaram a decisão do Tribunal Internacional de Justiça de Haia, que condenou e pediu a destruição da barreira que Israel vem sendo construída na Cisjordânia. "Não acreditamos que seja o fórum ideal para resolver um tema político. É um assunto que deveria ser resolvido dentro do processo de paz do Oriente Médio", disse o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan. Já presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, afirmou que a decisão foi "uma vitória para os palestinos e para todos os povos livres do mundo". Para o primeiro-ministro palestino, Ahmed Qorei, a decisão da corte de Haia foi "histórica". Sanções A Autoridade Palestina pedirá que a ONU imponha sanções contra Israel. O anúncio foi feito por Nabil Abu Rudeineh, assessor-chefe do presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat. "O próximo passo é nos dirigirmos à Assembléia Geral da ONU e ao Conselho de Segurança para que eles adotem resoluções e isolem Israel. A partir de hoje, Israel deve ser vista como um Estado fora-da-lei", afirmou Rudeineh. Israel afirma que a barreira, construída na Cisjordânia, foi erguida para impedir a infiltração de militantes palestinos capazes de realizar atentados em Israel. Os palestinos argumentam que a barreira é, na verdade, um pretexto para Israel anexar territórios palestinos. |
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