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Cão que só entende francês é barrado em aula de inglês | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um estudante cego, no Canadá, foi impedido de participar de suas aulas de inglês porque seu cão-guia, que apenas responde a comandos falados em francês, foi barrado. Yvan Tessier, de Quebec, disse que seria muito complicado treinar novamente Pavot, um labrador preto, a responder à ordem "stay" ("fica") ao invés de "reste". Mas a Universidade de New Brunswick insiste que o inglês deve ser a única língua falada nas aulas. Tessier, de 39 anos, está considerando fazer uma reclamação formal de discriminação contra a universidade. “Meu cachorro são meus olhos, minha autonomia e minha independência”, disse ao jornal Globe and Mail. “Ele representa tudo para mim. Eu sabia que teria que falar em inglês com as pessoas, mas eu pensei que pudesse falar francês com meu cão.” O caso de Pavot, de entender apenas uma língua, acabou repercutindo nas discussões sobre a legislação canadense, que determina que o inglês e o francês são as línguas oficiais do país. A questão da língua é motivo de tensões na província de Quebec, onde se fala francês e parte da população insiste em se separar do Canadá. |
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