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Soldados são indiciados por morte de iraquiano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Quatro soldados que integravam as forças dos Estados Unidos no Iraque foram indiciados por envolvimento em um incidente em que dois iraquianos foram forçados a pular em um rio e um deles morreu afogado. O episódio ocorreu na cidade de Samara, ao norte de Bagdá, em janeiro. Três dos soldados foram enviados de volta aos Estados Unidos e acusados de homicídio não-intencional. O outro foi acusado de agredir o iraquiano que sobreviveu. O Exército americano estaria investigando atualmente cerca de 30 mortes de pessoas detidas pelas tropas dos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão. Mais vítimas Um soldado britânico também deve ser levado a uma corte marcial sob a acusação de envolvimento em um incidente ocorrido em setembro passado, durante o qual um menino iraquiano de 13 anos foi ferido. Poucos detalhes do incidente foram revelados, mas sabe-se que ele ocorreu na cidade de Al Uzayr, no sul do Iraque. Ainda nesta sexta-feira, os Estados Unidos anunciaram que mais dois de seus soldados foram mortos no Iraque. Em um incidente separado, um hotel onde costumam se hospedar estrangeiros em Bagdá foi atacado com um foguete, mas não há informações sobre vítimas. Refém A família de um homem paquistanês que havia sido capturado por ativistas islâmicos no Iraque teria telefonado para sua família nesta sexta-feira, dizendo que ele foi libertado ileso. A notícia foi divulgada pelo Ministério da Informação do Paquistão. Os militantes vinham ameaçando decapitar o refém, Amjad Hafeez, a menos que iraquianos feitos prisioneiros fossem libertados e todos os paquistaneses que estão no Iraque deixassem o país. O governo paquistanês disse que não iria se curvar às exigências. |
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