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Israel mata seis militantes em Nablus | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos seis militantes palestinos foram mortos no terceiro dia de uma operação militar israelense em Nablus, na Cisjordânia. Segundo fontes de segurança palestinas, um dos mortos era o líder local do grupo Brigadas de Mártires de Al-Aqsa, Nayef Abu Sharkh. O grupo é afiliado do movimeto Fatah, do presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat. De acordo com a agência de notícias Reuters, um líder do Hamas em Nablus e um líder do Jihad Islâmico em Jenin, que estava escondido em Nablus, também estavam entre os mortos. Testemunhas palestinas dizem que os homens estavam fugindo dos soldados, mas militares israelenses afirmam que os homens foram vistos fazendo movimentos suspeitos. Oito mortos Com as mortes deste sábado, já são pelo menos oito as vítimas fatais da operação em Nablus. Na sexta-feira, dois palestinos, incluindo um rapaz de 18 anos, já haviam sido mortos. Israel mantém o controle militar sobre Nablus há dois anos, realizando frequentes incursões com o objetivo de prender suspeitos e confiscar armas e explosivos. Os alvos das operações geralmente são militantes dos grupos que participam do atual levante (Intifada) contra a ocupação israelense. Durante mais de três anos e meio de Intifada, centenas de israelenses já foram mortos em atentados, a maioria suicidas. Por outro lado, mais de 3 mil palestinos foram mortos no mesmo período. O administrador de Nablus, Mahmoud Alaloul, acusou as forças israelenses de cometerem um "massacre". "Não há justificativa para essa matança", afirmou Alaloul, segundo a agência de notícias Reuters. O Exército israelense impôs um toque de recolher em Nablus e já antecipou que a operação poderá levar vários dias. |
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