|
EUA aprovam US$ 447 bi para gastos da Defesa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Senado americano aprovou por unanimidade um orçamento de US$ 447 bilhões para gastos da Defesa em 2005, que incluem US$ 25 bilhões destinados às operações militares no Iraque e no Afeganistão. A cifra representa um aumento de 5,7% com relação ao orçamento de 2004 (excluindo dos cálculos o dinheiro para o Iraque), mas ainda assim é 1,7% menor do que foi reivindicado pelo presidente George W. Bush. Os senadores também votaram a favor do aumento do número de soldados do Exército em 20 mil homens. A Câmara dos Representantes aprovou também a destinação de somas recordes para as operações dos serviços de inteligência. A medida acontece apesar das fortes críticas recentes sobre as falhas dessas agências, entre elas as falhas que levaram aos atentados de 11 de setembro de 2001. Salário O Senado ainda precisa aprovar essa lei para que o novo orçamento dos serviços secretos seja confirmado. O Orçamento de 2005 inclui um aumento salarial de 3,5% a todos os militares e US$ 10,2 bilhões para um sistema de defesa antimíssil. O aumento do contingente total enfrentava antes a oposição da Casa Branca e do Pentágono, mas tem o objetivo de aliviar a pressão sobre o Exército dos Estados Unidos, sobrecarregado com as ações em vários países. O número total de militares do Exército cresce com isso 4%, chegando a mais de 500 mil pessoas. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||