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Domingo de violência mata pelo menos 12 no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 12 pessoas, incluindo quatro policiais, morreram neste domingo no Iraque depois da explosão de um carro-bomba no sudeste de Bagdá. Um chefe da polícia iraquiana afirmou que o ataque ocorreu enquanto policiais tentavam interceptar o motorista do carro, que dirigia do lado contrário de uma estrada próxima a uma base militar americana. De repente, o carro explodiu matando motoristas, policiais e destruindo pelo menos oito carros de civis, também entre as vítimas. Poucas horas antes, o diretor de relações culturais do Ministério da Educação do governo interino do Iraque, Kamal al-Jarrah, foi assassinado a tiros do lado de fora de sua casa no oeste de Bagdá. Violência Jarrah é a segunda vítima do governo iraquiano morta em um intervalo de dois dias. No sábado, o vice-chanceler iraquiano Bassam Qubba foi assassinado em Bagdá em circunstâncias praticamente idênticas, segundo as autoridades iraquianas. Segundo correspondentes no local, a manhã deste domingo foi de caos no Iraque. O quartel-general americano na capital também foi alvo de um ataque supostamente de foguete. Ainda não há relatos de vítimas. O assassinato de Jarrah, que tinha 63 anos, ocorreu na região de maioria sunita, fiel ao ex-líder Saddam Hussein, da capital iraquiana. Ele saía de sua casa no distrito de Ghazaliya, no noroeste de Bagdá, para ir trabalhar. Segundo Barnaby Phillips, correspondente da BBC na capital iraquiana, os rebeldes querem deixar claro que qualquer integrante da nova administração iraquiana pode ser um alvo. O Iraque se prepara para ganhar a soberania no próximo dia 30 de junho. |
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