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Al-Qaeda reivindica morte e seqüestro de americanos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma declaração da Al-Qaeda em um site islâmico diz que o grupo matou um cidadão americano e seqüestrou outro na Arábia Saudita. Na declaração, a rede extremista diz que vai dar ao refém o mesmo tratamento dado pelos americanos aos prisioneiros em Guantánamo e na prisão de Abu Ghraib, onde detentos iraquianos sofreram maus-tratos. O site Sawt al Jihad (Voz do Jihad) mostra uma foto de passaporte e um cartão da empresa Lockheed Martin com o nome Paul M. Johnson. Ele diz que Paul foi seqüestrado no sábado. No site, também está um vídeo que supostamente mostra a morte de um trabalhador americano ocorrida na terça-feira. As imagens mostram um homem cair ao chão em frente a uma garagem, e dois supostos pistoleiros correm em direção a ele. A embaixada americana na capital saudita, Riad, confirmou o desaparecimento de um cidadão americano e disse estar trabalhando com as autoridades locais para encontrá-lo. O incidente ocorreu pouco depois que um americano foi assassinado a tiros em Riad no sábado, o terceiro estrangeiro morto no país em uma semana. O americano foi identificado como Kenneth Scroggs, mas não foram divulgados mais detalhes sobre ele. Cinegrafista No último domingo, dois jornalistas da BBC foram atacados no país. O cinegrafista Simon Cumbers foi morto e o correspondente Frank Gardner ficou gravemente ferido. Os ataques a estrangeiros estão sendo atribuídos a radicais islâmicos com ligações com a rede Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. No final de maio, 22 pessoas morreram quando estrangeiros foram atacados a tiros na cidade de Khobar, no leste do país. O Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha aconselhou que viagens ao país sejam evitadas e disse acreditar que novos ataques estão sendo planejados. A embaixada americana em Riad recomendou que todos os seus cidadãos deixem o país. Segurança Neste domingo, no entanto, o ministro saudita Abdulaziz Al-Sheik, disse em Londres que a segurança no país não é motivo de maiores preocupações, apesar do aumento da violência. Al-Shiek afirmou que as autoridades sauditas destruíram "metade da força terrorista no país". O ministro afirmou que o combate a terroristas é difícil porque muitos deles moram em áreas populosas, o que compromete a segurança de civis. |
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