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Al-Qaeda diz ter seqüestrado americano e promete tratamento igual ao de prisão iraquiana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma declaração da Al-Qaeda em um site islâmico diz que o grupo seqüestrou um cidadão americano na Arábia Saudita. Na declaração, a rede extremista diz que vai dar ao refém o mesmo tratamento dado pelos americanos aos prisioneiros em Guantánamo e na prisão de Abu Ghraib, onde detentos iraquianos sofreram maus-tratos. A embaixada americana na capital saudita, Riad, confirmou o desaparecimento de um cidadão americano e disse estar trabalhando com as autoridades locais para encontrá-lo. O incidente ocorreu pouco depois que um americano foi assassinado a tiros em Riad, o terceiro estrangeiro morto no país em uma semana. Segundo a agência de notícias Reuters, a Al-Qaeda também teria reivindicado o mais recente assassinato. No último domingo, dois jornalistas da BBC foram atacados no país. O cinegrafista Simon Cumbers foi morto e o correspondente Frank Gardner ficou gravemente ferido. Na terça-feira, um trabalhador americano também foi morto a tiros. Os ataques a estrangeiros estão sendo atribuídos a radicais islâmicos com ligações com a rede Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. No final de maio, 22 pessoas morreram quando estrangeiros foram atacados a tiros na cidade de Khobar, no leste do país. O ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha aconselhou que viagens ao país sejam evitadas e disse acreditar que novos ataques estão sendo planejados. |
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