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Paquistão volta a enfrentar 'extremistas' no sul do país | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército do Paquistão anunciou ter matado vários supostos militantes estrangeiros ao atacar seu esconderijo na remota região tribal do Waziristão do Sul, perto da fronteira com o Afeganistão. A região tem sido palco de confrontos intermitentes desde a quarta-feira e, segundo o Exército paquistanês, 35 militantes estrangeiros e 15 soldados foram mortos nesses incidentes. Em um comunicado oficial, o Exército afirmou que a ofensiva desta sexta-feira foi uma resposta a "ataques" a pontos de controle militar perto da cidade de Wana. Segundo o comunicado, "elementos estrangeiros" também ocuparam um prédio e fizeram reféns entre civis. Os confrontos são os primeiros na região desde uma grande ofensiva para prender supostos membros da rede Al-Qaeda em março, que deixou mais de 120 mortos. Na ocasião, a operação foi admitida como um fracasso e o Exército mudou de tática, tentando convencer a população das tribos próximas a delatar suspeitos. Até o momento nenhum militante se entregou. |
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