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Padre escandaliza Argentina ao narrar suas relações sexuais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um padre católico escandalizou a Argentina esta semana ao publicar um livro sobre suas relações sexuais secretas. A autobiografia do padre Guillermo Mariani, 77, chegou às livrarias de Córdoba e já praticamente esgotou os 3 mil exemplares da primeira edição. Ele conta os casos que manteve com mulheres e inclusive uma tentativa de manter um relacionamento homossexual. "Eu podia escutar meu coração batendo em êxtase com a beleza do corpo que me era oferecido. Eu o abracei e grudei nele com o suor da minha pele e o fervor do meu coração", diz o clérigo numa passagem. Encontro gay Em outro capítulo, Mariani conta como um homem chamado Antonio propôs a ele uma relação gay, mas "nossas mútuas inibições superaram nossa momentânea permissividade e abertura". Em Sin Tapujos, la Vida de un Cura (Às Claras, a Vida de um Padre, numa tradução livre), o padre descreve ainda o celibato clerical como "não natural" e fadado a desaparecer. "Acredito que dentro de 30 a 50 anos o celibato não será mais obrigatório", declarou Mariani, durante entrevista para promover seu livro. Os jornais locais o descrevem como um padre de idéias sociais progressistas, que nem sempre coincidem com as visões oficiais da Igreja Católica. Guillermo Mariani disse que suas experiências sexuais são apenas uma parte do livro, um relato de suas atividades ao longo de 53 anos à frente da paróquia de La Cripta, na Província de Córdoba. Ele acrescentou, porém, ter sentido um "grande alívio" após ter contado sua história. "Adultos tanto dentro como fora da igreja precisam saber dessas coisas", afirmou. |
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