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Bom desempenho econômico não ajuda Bush, diz 'Post' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal americano Washington Post afirma em uma de suas manchetes da edição desta quinta-feira que geração de empregos e aumento de salários não estão ampliando os índices eleitorais do presidente americano, George W. Bush. O diário afirma que a Guerra no Iraque contribuiu para o crescimento econômico do país nos três primeiros meses do ano, mas diz que o desgaste sofrido por Bush com o conflito tem sido muito forte. "Em meio a carros-bomba, assassinatos e crescentes baixas, os eleitores estão cada vez mais pessimistas sobre o rumo que a nação está tomando". Segundo a publicação, Bush também conta com índices cada vez mais desfavoráveis em assuntos como política energética, relações exteriores e medicamentos com receita médica. De acordo com o Post, eleitores "estão se fixando no Iraque e não estão dispostos a ver melhorias econômicas sob um prisma favorável". Gore Vidal O jornal britânico Independent, traz uma passagem de um ainda inédito livro do autor americano Gore Vidal, no qual ele pinta um retrato extremamente mordaz do "sonho americano". O diário reproduz um trecho de Imperial America, Reflections on the United States of America (América Impreial, Reflexões sobre os Estados Unidos da América, em tradução literal). Vidal critica o intervencionismo americano em outros países, a política antidrogas dos Estados Unidos e diz que seu país perdeu o controle do próprio destino. O autor de Império e Criação aborda ainda o conflito no Iraque. "Quando não há nenhum tipo de ameaça de uma Al-Qaeda, nós criamos uma, como no líder iraquiano, Saddam Hussein, que não tinha qualquer conexão com 11 de setembro ou qualquer ouro ato de terrorismo contra os Estados Unidos. Militares no Brasil O jornal argentino La Nación e o britânico Financial Times tratam da aprovação pelo Senado brasileiro do uso de Forças Armadas no combate ao crime organizado e ao narcotráfico no Brasil. O Financial Times explica a medida, dizendo que "as cidades brasileiras contam com uma das maiores taxas mundiais de homicídio do mundo" e que "ao contrário dos Estados Unidos, o Brasil não conta com uma Guarda Nacional e possui número insuficiente de policiais". Já o La Nación comenta que a crescente onda de violência no Brasil está pondo o governo Lula em sérias dificuldades. O diário acrescenta que a medida também "responde ao alto grau de corrupção policial no Brasil". |
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