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EUA, Grã-Bretanha e Austrália se unem para policiar chats | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As polícias dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália planejam uma aliança para monitorar salas de bate-papo na internet 24 horas por dia. A intenção é impedir a atuação de pedófilos, que costumam atrair suas vítimas nos chats. A idéia surgiu num encontro em Londres da Força-Tarefa Virtual Global, criada há seis meses para tentar dar maior segurança aos jovens na rede de computadores. Segundo o projeto, as autoridades britânicas, americanas e australianas vão se alternar em diferentes fusos horários para monitorar os bate-papos o tempo todo. FBI Se um diálogo potencialmente perigoso for identificado, os policiais devem alertar os parceiros dos outros dois países. À frente da iniciativa estão o FBI (polícia federal dos Estados Unidos) e o National Crime Squad (Esquadrão Nacional contra o Crime, numa tradução livre) da Grã-Bretanha. Um símbolo deve aparecer na tela dos computadores, indicando aos usuários que as suas conversas estão sendo acompanhadas pela polícia. O correspondente da BBC Neil Bennett disse que a polícia deve intervir, por exemplo, em casos em que um suspeito peça o nome e o endereço a alguém. Bennett afirmou também que a polícia está tentando convencer os bancos a retirar os cartões de crédito de pessoas que os utilizem para pagar por sites que oferecem pornografia infantil. Ofensivas na rede Parcerias internacionais para o combate ao crime na internet não são novidade. Em maio de 2002, uma ação conjunta internacional identificou mais de 7 mil suspeitos de acessar imagens de abuso de menores num site do Texas. Apenas na Grã-Bretanha, a ofensiva resultou na condenação de 1,2 mil internautas. No ano passado, Grã-Bretanha, Canadá e Austrália armaram uma emboscada para os que buscam pornografia infantil. Os policiais criaram páginas na internet que aparentavam oferecer o que os pedófilos procuravam. Mas, em vez de encontrar as imagens que desejavam, o site dizia aos que acessavam que eles podiam ser condenados a dez anos de prisão e ter os seus dados pessoais compartilhados em 180 países. |
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