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Costarriquenho assumirá comando da OEA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O costarriquenho Miguel Ángel Rodríguez foi eleito por aclamação nesta segunda-feira para o cargo de secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos). Ele irá substituir em setembro o colombiano César Gavíria, que estava há dez anos no comando da organização. Em sua primeira declaração depois de ter sido escolhido por ministros do Exterior dos países-membros durante a 34ª Assembléia Geral da OEA, na cidade equatoriana de Quito, Rodríguez disse que o apoio dado pela OEA à Venezuela deve continuar. A OEA foi um dos observadores do processo de coleta de assinaturas na Venezuela que levará à realização de um referendo sobre o governo do presidente Hugo Chávez. Haiti Durante a reunião da OEA, o chanceler Celso Amorim enfatizou a preocupação brasileira com a situação no Haiti, em um momento em que tropas brasileiras estão em território haitiano participando de uma missão de paz da ONU. Amorim disse que o Haiti deve integrar “de forma definitiva da grande família americana” e defendeu que os problemas haitianos sejam debatidos pelos países do continente. Os países da Comunidade do Caribe apresentaram à OEA uma proposta de resolução para que a organização tenha envolvimento no processo de restauração da ordem no país. Representantes desses países devem se encontrar nesta terça-feira com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, para discutir o texto dessa resolução. Powell, que participar do encontro no Equador, enfatizou nesta segunda-feira o perigo de que a corrupção ameace a democracia nos países americanos. Segundo Powell, a corrupção “amedronta os investidores, nega aos países o dinheiro de que necessitam para se superar, sair da pobreza e seguir o caminho do desenvolvimento sustentável”. |
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