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Tenet pode ter sido 'bode expiatório', diz 'Washington Post' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
"Por razões pessoais ou é ele o homem que caiu?", destaca o jornal americano The Washington Post, em uma referência à renúncia do diretor da CIA (agência de inteligência americana), George Tenet. O jornal afirma que nenhum integrante da administração americana caiu quando três aviões foram jogados contra o World Trade Center e o Pentágono, nem quando as armas de destruição em massa não foram encontradas no Iraque. "Então, será que a renúncia de Tenet representa o sacrifício de um cordeiro por uma administração que resiste duramente a admitir os seus erros?", questiona o jornal. Segundo o diário, alguns argumentam que Tenet antecipou-se em sair devido à divulgação – marcada para as próximas semanas – de uma série de documentos que apontariam falhas na inteligência tanto antes dos atentados de 11 de setembro como nos acontecimento anteriores à guerra no Iraque. MI6 O britânico The Times diz em uma reportagem que a renúncia repentina de Tenet pode afetar o MI6, o serviço de inteligência britânico. O recém-apontado diretor da organização, John Scarlett, foi, segundo o Times, um dos maiores articuladores do dossiê britânico apresentado antes da guerra, quando o governo afirmou que o Iraque possuía armas de destruição em massa. No jornal americano The New York Times, o destaque é uma reportagem sobre uma proposta do Pentágono de retirar duas divisões armadas americanas de postos na Alemanha. Outras decisões semelhantes seriam tomadas em toda a Europa, diz o texto. De acordo com a reportagem, essas mudanças corresponderiam à maior reformulação militar americana desde o início da Guerra Fria. O New York Times diz que o Pentágono quer ter mais flexibilidade para enviar tropas para o Oriente Médio. Mas alguns especialistas ouvidos pelo jornal afirmam que a decisão pode enfraquecer a presença americana na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e também os laços diplomáticos com aliados "em um momento de antiamericanismo forte no mundo". Autismo O Financial Times, da Grã-Bretanha, publica uma reportagem sobre o autismo e como a síndrome pode ajudar cientistas a desvendar alguns mistérios da mente humana como a sociabilidade e a inteligência. A reportagem pergunta: "Os autistas sempre foram vistos como vivendo em outro mundo. Mas o que esse mundo pode dizer do mundo comum?" O jornal cita cientistas que argumentam que, se as causas das disfunções dos autistas forem melhor avaliadas, pode ser possível entender melhor as partes do cérebro envolvidas em cada tipo de comportamento. |
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