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Aristide vai para asilo político na África do Sul | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-presidente do Haiti, Jean-Bertrand Aristide, deixou no domingo a Jamaica, onde passou os últimos dois meses e meio desde que deixou o poder, e viajou para a África do Sul. Ele disse que a África do Sul será sua “residência temporária” até que ele possa voltar ao Haiti. No começo do mês, o governo sul-africano anunciou que havia concedido asilo a Aristide, após consultas com os Estados Unidos e a França. Aristide deixou o governo haitiano em fevereiro, depois de uma revolta popular. Ele disse ter sido forçado a deixar o governo pelos Estados Unidos, que refutam a acusação. Enchentes Agências humanitárias continuam tentando ajudar as vítimas das enchentes que atingem o Haiti e a Republica Dominicana já há uma semana, mas queixam-se das dificuldades para levar seu trabalho em frente e afirmam estar perdendo a esperança de achar mais sobreviventes. Cerca de duas mil pessoas morreram ou estão desaparecidas em decorrência das chuvas que também deixaram dezenas de milhares de refugiados. No sábado chegaram os primeiros soldados brasileiros que vão assumir o comando das forças internacionais no Haiti. Os soldados devem ter que desenvolver trabalhos de ajuda humanitária. |
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