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Sharon adia votação de plano para Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, decidiu adiar indefinidamente a votação, por parte de seu gabinete, de seu plano de retirada de assentamentos israelenses e tropas da Faixa de Gaza. De acordo com a TV do país, no domingo, durante uma reunião que terá com os ministros, Sharon vai apenas discutir as propostas. Pesquisas de opinião indicam que a maioria dos israelenses apóia o plano de Sharon de retirada unilateral da Faixa de Gaza e de partes da Cisjordânia. Entretanto, neste mês o partido de Sharon, o Likud, rejeitou a proposta do primeiro-ministro. Netanyahu e Bush Os críticos do plano dizem que a retirada de Gaza seria como premiar as ações de militantes suicidas palestinos. Dois partidos de direita que fazem parte da coalizão de governo em Israel ameaçaram abandoná-la caso assentamentos judaicos em territórios palestinos fossem desativados, como sugere a proposta – o que deixaria o governo sem maioria no Parlamento. Frente à oposição, Sharon elaborou uma versão alternativa do plano, que implicaria na remoção de apenas três dos 21 assentamentos em Gaza. O principal político do premiê no Likud, Binyamin Netanyahu, também rejeitou essa proposta, levando Sharon a voltar a sua proposta original. O plano, que o primeiro-ministro israelense diz ser a maior fonte de esperança de se superar o impasse no processo de paz entre Israel e os palestinos, já recebeu o apoio do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. |
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