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Brasil vai reconhecer China como economia de mercado, diz jornal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário China Daily, de Pequim, destaca na sua edição desta terça que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro com o presidente chinês, Hu Jintao, que o Brasil reconhece o status da China como uma economia de mercado. Segundo o jornal, Hu Jintao disse que esse reconhecimento vai consolidar a parceria estratégica do Brasil com a China e ampliar os laços bilaterais entre os dois países. O jornal destaca ainda que Lula teria dito ao líder chinês que o Brasil apóia a China em temas como a disputa com Taiwan - considerada pelos chineses uma província rebelde. O diário chinês também tratou do que chamou de "impressionante delegação" brasileira, composta por 500 pessoas. Mais China o jornal argentino El Cronista diz que o Mercosul vai submeter à China no próximo dia 31 uma proposta de tarifas preferenciais para diversos produtos. A proposta será feita por autoridades argentinas a uma delegação comercial chinesa que vai visitar a Argentina no final deste mês. Segundo o diário, a Argentina exporta anualmente para a China um total de US$ 2,5 bilhões. Estrada perdida A economia chinesa também é tema da edição desta terça do jornal britânico Financial Times. Mas o tom da notícia publicada no diário não é dos mais otimistas. O FT afirma que o desenvolvimento industrial chinês é insustentável para a população do país, porque os recursos e o meio ambiente chinês não podem arcar com ele. O diário comenta que se "os chineses quisessem viver como os americanos, seriam necessários os recursos de quatro planetas". |
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