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Brasil quer apoio da China para virar potência do aço, diz NYT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A visita do presidente Lula à China tem chamado a atenção da imprensa internacional para a parceria comercial que o Brasil tenta fortalecer com os chineses. O New York Times destaca um lado positivo dessa parceria: o de que o Brasil sonha em se tornar uma potência na exportação de aço e que vê a China como um mercado promissor e grande investidor. O jornal observa que o país busca bilhões de dólares em investimentos com a intenção de aumentar sua capacidade de produção siderúrgica em 30% nos próximos quatro anos. Especialistas consultados afirmam que, mesmo com os planos de Pequim de reduzir o seu crescimento econômico para evitar superaquecimento, a China ainda terá de comprar muito aço do Brasil nos próximos anos. Soja Já o Financial Times diz que a visita de Lula pode ficar à sombra de uma crise sobre a venda de soja aos chineses. O cartel da China que domina a compra dos grãos está se negando a honrar contratos feitos com produtores brasileiros. Perucas O diário britânico The Independent tem uma história bastante curiosa. A reportagem conta que rabinos descobriram que muitas judias ortodoxas usavam perucas fabricadas com cabelos naturais exportados da India. O problema é que esses cabelos eram cortados de peregrinas indianas como oferenda ao Deus hindu Vishnu. As leis do judaísmo dizem que há um só Deus e condenam o que consideram idolatria a imagens e divindades, como aquelas cultuadas na Índia. Por isso, o uso de perucas da Índia foi proibido pelos rabinos e agora é visto como um pecado grave. A história causou tamanho alvoroço que judeus ortodoxos em Israel e em Nova York estão queimando centenas de perucas em grandes fogueiras. |
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