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EUA investigam suposto abuso de prisioneiro afegão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército dos Estados Unidos anunciou que vai verificar acusações de que um policial do Afeganistão foi despido, espancado e fotografado nu em uma base militar americana no país. O incidente teria ocorrido na base de Gardez, a leste da capital, Cabul, em agosto de 2003. O Exército americano afirmou ter sido informado através da imprensa. O jornal The New York Times publicou uma entrevista com um policial afegão dizendo que sofreu abusos sexuais e insultos, além de ter sido impedido de dormir. Em um comunicado à imprensa, o embaixador americano no Afeganistão, Zalmay Khalilzad, negou saber da exixtência de fotos do suposto incidente. Recusa Na terça-feira, o principal comandante militar americano no país, o general David Barno, recusou o pedido de uma organização de defesa dos direitos humanos para verificar as condições dos prisioneiros mantidos pelos Estados Unidos no Afeganistão, depois do escândalo envolvendo soldados americanos no Iraque. O general Barno disse que o Exército havia investigado "desafios e problemas" em várias bases americanas no Afeganistão e havia decididos transferir os prisioneiros para a principal delas, na cidade de Bagram. Acredita-se que pelo menos 300 pessoas, a maioria delas afegãs, estejam sob custódia americana em Bagram e em outras bases. Em março, um relatório da organização humanitária Human Rights Watch afirmou que o sistema penitenciário dos Estados Unidos no Afeganistão viola leis internacionais. |
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