|
Rússia reforça presença militar na Chechênia após ataque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou nesta terça-feira o envio de mais mil militares para a Chechênia. O anúnciou ocorreu após uma rara visita de Putin à Chechênia, onde o presidente prestou homenagem a Akhmad Kadyrov, presidente da república chechena morto em um atentado a bomba no domingo. Putin passou algumas horas em Grozny, capital chechena, e apresentou condolências à família de Kadyrov. A viagem foi mantida em sigilo até a volta do presidente a Moscou. Analistas afirmam que o assassinato de Kadyrov foi um golpe pessoal em Putin, que considerava o presidente checheno como um aliado-chave em seus planos de derrotar os separatistas rebeldes. Atentado Kadyrov morreu quando uma bomba explodiu na área vip do estádio de Grozny, durante as comemorações dos 60 anos da vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial. Segundo correspondentes da BBC na Rússia, o ataque representa o fracasso do governo russo na tentativa de restaurar a ordem na Chechênia. Kadyrov era um ex-rebelde que lutou junto com os separatistas na guerra da Chechênia contra a Rússia na primeira metade dos anos 90. Em 1999, ele passou a apoiar o governo russo e ganhou as eleições com larga maioria, no ano seguinte. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||