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Jornais britânicos e americanos continuam a falar de abusos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As alegações de abusos cometidos por tropas americanas e britânicas contra prisioneiros no Iraque dominam as primeiras páginas dos jornais nos dois países. O britânico Daily Telegraph revela que soldados do regimento Queen's Lancashire - alguns implicados nas alegações - receberam ordens de entregar todas as fotografias que tiraram enquanto serviam no Iraque. Altos oficiais estariam tentando prevenir a má repercussão e os potenciais estragos que poderiam ser causados se as fotos forem entregues à imprensa, afirma o jornal. Os jornais de domingo republicam as imagens chocantes publicadas durante a semana e especulam sobre a quase certeza de que mais fotos e vídeos comprometedores virão a público. Sexo e estupro De acordo com o também britânico The Indepedent on Sunday novas fotografias tiradas na prisão Abu Ghraib em Bagdá vão mostrar soldados americanos tendo sexo com uma prisioneira iraquiana e soldados espancando um prisioneiro, além do estupro de um menino iraquiano por guardas iraquianos. De acordo com o The Sunday Times um ex-garçom de um restaurante indiano em Manchester teria sido recrutado pela Al-Qaeda e treinado como seqüestrador para os ataques de 11 de setembro. De acordo com o jornal, o homem de 29 anos teria mudado de idéia e desistido da missão suicida quando viajava para os Estados Unidos. Ele teria se entregado à polícia na primavera do ano 2000 e foi interrogado por três semanas. Apesar disso, afirma o jornal, agentes do FBI se recusaram a acreditar que havia um plano para atacar edifícios usando aviões, apesar do homem ter passado em testes com detectores de mentira. Washington Post Em seu website, o americano Washington Post afirma que o Departamento de Defesa americano aprovou o uso de técnicas de interrogatórios para Guantamano em abril de 2003, que incluam a inversão de horas normais de dormir dos detentos e a exposição de presos a calor, frio e "agressões sensoriais" incluindo o uso de música em volume alto e luzes ofuscantes, de acordo com fontes do Pentágono. O jornal americano afirma que as mesmas técnicas foram autorizadas para uso em prisões iraquianas. |
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