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Suspeito pela morte de premiê se entrega na Sérvia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O principal suspeito de ter planejado o assassinato do primeiro-ministro sérvio Zoran Djindjic no ano passado se rendeu à polícia do país. Milorad "Legija" Lukovic se entregou no domingo à noite em Belgrado e foi preso imediatamente, disse o ministro do Interior, Dragan Jocic. Ele estava foragido desde que Djindjic foi morto por um franco-atirador em uma rua de Belgrado no dia 12 de março de 2003. Em dezembro foi iniciado o julgamento de outros 13 suspeitos de envolvimento no crime. Rendição "Legija apareceu em frente à sua casa em Belgrado e disse aos policiais que a guardavam que desejava se render", disse Miroslav Milosevic, o chefe de segurança pública da Sérvia. Lukovic já ocupou um cargo de comando na temida unidade de forças especiais da polícia sérvia, os boinas vermelhas, e recebeu o apelido Legija na Legião Estrangeira francesa. O assassinato de Djindjic chocou a nação, disse o correspondente da BBC em Belgrado, Matt Prodger. O primeiro-ministro provocou a ira de muita gente no país ao entregar o ex-presidente Slobodan Milosevic ao tribunal que julga crimes de guerra na antiga Iugoslávia, em Haia, na Holanda. Ele também estava preparando uma ação contra o crime organizado na Sérvia. Um dos suspeitos atualmente em julgamento, Zvezdan Jovanovic, já confessou o assassinato de Djindjic, mas seus advogados afirmam que a confissão foi feita sob coerção. |
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