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Líder de maior grupo paramilitar da Colômbia 'foi assassinado' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Várias fontes ligadas ao maior grupo paramilitar colombiano, a AUC (Autodefesas Unidas da Colômbia), declararam que seu fundador, Carlos Castaño, foi morto por antigos colegas. Castaño, um dos homens mais temidos da Colômbia, estava desaparecido desde 16 de abril. Uma agência internacional informou que Castaño foi “estrangulado e assassinado por um grupo paramilitar depois de ter sido sequestrado.” Uma emissora de rádio revelou que o assassinato de Castaño foi ordenado por outros chefes paramilitares depois de o terem ouvido dizer, quando embriagado, que ele estava negociando um acordo com os americanos. Outros chefes da AUC dizem não saber do paradeiro de Castaño e que o desaparecimento poderia ser apenas uma “cortina de fumaça” para facilitar sua ida aos Estados Unidos. Apesar de não ter sido confirmada oficialmente, várias fontes acreditam que a morte de Castaño é a alternativa mais provável, já que é bastante incomum que um líder paramilitar desapareça do panorama nacional por tanto tempo. |
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