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Lenda de Senna ainda cresce dez anos depois, diz 'Herald Tribune' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A edição deste sábado do International Herald Tribune publica uma reportagem com o título “Dez anos depois, a lenda de Senna ainda corre com firmeza”. O jornal afirma que “a lenda de Ayrton Senna continua crescendo mesmo que suas estatísticas empalideçam na era de Michael Schumacher”. A reportagem faz um apanhado da carreira de Senna e sua personalidade e compara o momento atual da Fórmula 1 com o final dos anos 1980 e começo dos anos 1990, quando o piloto brasileiro disputava a hegemonia da categoria especialmente com o francês Alain Prost. A rivalidade dos dois, diz o jornal, dava ao esporte “um suspense que muita gente acredita que o domínio de (Michael) Schumacher removeu”. Emoções O Herald Tribune diz que a disputa entre Senna e Prost jamais foi totalmente vencida por um dos dois, mas foi o brasileiro que se tornou uma lenda “graças ao seu estilo de dirigir, sua determinação apaixonada de vencer a qualquer custo e sua habilidade nata de gerar emoções nas pessoas”. “De fato, a lenda de Senna foi selada com sua morte trágica e seu lugar na história como o primeiro piloto estelar – e possivelmente o maior herói esportivo – a morrer enquanto praticava seu esporte em frente de uma audiência televisiva global.” Na França, o Libération afirma que “O Brasil não pára de chorar Senna”, título de uma reportagem publicada no caderno de Esportes. De acordo com o texto, a morte do piloto tricampeão mundial “deixou os brasileiros órfãos” em 1994. No domingo, diz o Libération, a emoção de lembrar Senna “estará na largada do Grande Prêmio de Ímola”, título de uma outra reportagem. E na Grã-Bretanha, o colunista James Lawton, do jornal The Independendt, especula a respeito de como seria um duelo entre Senna e o alemão Michael Schumacher. “Quem ganharia?”, pergunta o colunista. “Minha suspeita é que seria Senna, em parte porque ele acreditava que era um deus. Ocasionalmente, Schumacher deixa entender que ele está só meio convencido disso.” |
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