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Edu admite mudar estilo de jogo, se Parreira pedir | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Convocado pela primeira vez para a seleção brasileira, o meia Edu, do Arsenal, diz que pode mudar seu estilo de jogo no time de Parreira, se o técnico assim o desejar. “A gente tem que se adequar ao que o Parreira ou o Zagallo vão precisar. Estou aberto, e até contente, para poder mostrar um pouco mais.” Edu vai integrar o elenco brasileiro que disputa o amistoso contra a Hungria no próximo dia 28, em Budapeste. O jogador, que está prestes a se tornar campeão inglês novamente pelo Arsenal (o título já está praticamente garantido), reconhece, no entanto, que ser convocado é apenas o primeiro passo. Jogar pela Inglaterra? “Estou muito contente de ser convocado, mas o importante é dar um passo de cada vez. Vou lá aproveitar os momentos que eu tiver com o professor Parreira para tentar mostrar para ele o máximo possível e, se for jogar ou não, é outra história”. No início do mês, a imprensa britânica noticiou que Edu poderia defender a seleção inglesa, se adquirisse cidadania do país, já que não havia disputado partidas oficiais pelo Brasil. O ex-meio campo corinthiano diz que toda a história não passou de um mal entendido. “Sempre deixei claro o meu sonho de jogar pela seleção brasileira. Mas aqui eles trocaram um pouco as coisas, disseram que o Edu quer jogar pela seleção inglesa, quando eu tinha apenas comentado essa possibilidade”. “Eu havia dito que, se o professor Parreira ou o professor Zagallo dissessem que não pretendiam me utilizar na seleção brasileira nos próximos anos, eu pensaria em defender outra equipe.” Sem ciúme Sobre o campeonato europeu de seleções que acontece em Portugal no meio do ano, Edu aponta a França como a favorita, mas diz ser impossível dizer que vai torcer para algum país. “Tenho tantos amigos aqui, na França, em Portugal, que fica difícil torcer para alguém. Quero é ver bons jogos de futebol.” Gilberto Silva, colega de time e titular da seleção desde o Mundial de 2002, não foi convocado dessa vez. Apesar dos dois jogadores atuarem na mesma faixa de campo e nem sempre encontrarem espaço na equipe do Arsenal, Edu ressalta que a relação com o companheiro é ótima. “Costumamos nos chamar de irmãos e um sempre apoia muito o outro. Ele foi o primeiro a me apoiar quando fui convocado.” “ A competição saudável sempre existe, mesmo porque são duas vagas para três ou quatro jogadores”, diz ele. “O revezamento é algo comum entre os jogadores na Europa.” |
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