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Governo chileno diz que pode colaborar com extradição de Menem | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo chileno indicou que vai colaborar com um possível pedido de extradição do ex-presidente argentino, Carlos Menem, acusado de corrupção. A ministra das Relações Exteriores do Chile, Soledad Alvear, disse que uma vez requisitada, a extradição seria enviada imediatamente para a Suprema Corte, que decidiria sobre o assunto. Na terça-feira, um juiz argentino emitiu uma ordem de prisão internacional contra Menem, que vive atualmente no Chile. O juiz Jorge Urso quer que ele seja preso e extraditado para a Argentina a fim de depor em um processo sobre acusações de corrupção na construção de presídios no país. Inimizade Menem disse que não vai comparecer aos tribunais argentinos por ser "vítima de perseguição política". A ordem de prisão foi enviada para a Interpol e para o governo argentino. O ex-presidente argentino se mudou para o Chile no ano passado junto com sua esposa, Cecilia Bolocco, e Máximo, o filho do casal. Os advogados de defesa de Menem haviam pedido a substituição do juiz Jorge Urso por afirmarem que existe uma inimizade manifesta entre o ex-mandatário argentino e o magistrado. Menem ainda responde outro processo na Argentina por não mencionar em uma declaração de bens apresentada em 1995 que possuía uma conta bancária na Suíça. |
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