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Atualizado às: 17 de abril, 2004 - 20h59 GMT (17h59 Brasília)
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Filho de brasileiro cai cinco posições no Top 10 dos mais ricos da Grã-Bretanha
Roman Abramovich
O dono do Chelsea é o homem mais rico da Grã-Bretanha
Um filho de um brasileiro com uma inglesa está entre as dez maiores fortunas pessoais da Grã-Bretanha, mas caiu da quarta para a nona posição em apenas um ano, segundo a lista compilada pelo jornal dominical The Sunday Times.

Michel de Carvalho, banqueiro e ex-ator de Hollywood, é casado com Charlene de Carvalho Heineken, que em janeiro de 2002 herdou a fortuna da cervejaria de mesmo nome depois da morte de seu pai, Freddie Heineken.

A queda de Michel e Charlene de Carvalho na lista se deveu mais à ascensão de outras pessoas na Grã-Bretanha do que à redução de sua fortuna, que recuou de 2,28 bilhões de libras em 2003 para 2,26 bilhões (R$ 11,7 bilhões) neste ano, segundo o Sunday Times.

O magnata russo Roman Abramovich, que comprou o clube de futebol Chelsea, estreou na lista em primeiro lugar, com 7,5 bilhões de libras (R$ 39 bilhões), desbancando Gerald Cavendish Grosvenor, sexto duque de Westminster, com 5 bilhões de libras (R$ 26 bilhões).

Na lista deste ano, estão 30 bilionários, contra apenas 21 em 2003.

A fortuna cobinada das mil maiores fortunas da Grã-Bretanha também aumentou de 155,9 bilhões de libras para 202,4 bilhões (mais de R$ 1 trilhão), um aumento recorde de cerca de 30%.

Michel de Carvalho

Nascido de pai brasileiro e mãe inglesa, Michel de Carvalho encontrou sua futura mulher em um clube de esqui exclusivo de St. Moritz, na Suíça.

Ainda criança, Michel começou a atuar em filmes, usando o nome de Michel Ray. O auge da sua carreira cinematográfica em Hollywood foi no filme Lawrence da Arábia, em que faz o papel de um garoto árabe.

Michel de Carvalho já disse que sua decisão de deixar a carreira de ator para estudar na Universidade Harvard foi "a decisão mais estúpida" que tomou.

Mas estudar em Harvard não impediu que ele se tornasse um esquiador de renome mundial. Ele representou a Grã-Bretanha nas Olimpíadas de Inverno de 1968, 1972 e 1976.

Depois, seguiu para fazer milhões no centro financeiro de Londres.

Em 1998, ele se tornou o primeiro não-japonês no conselho administrativo da Nikko Securities e teria sido essencial na aliança da empresa com a Salomon Smith Barney, ocorrida no fim daquele ano.

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