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EUA aconselham cidadãos a deixar Arábia Saudita | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos divulgou um alerta recomendando aos cidadãos do país que saiam da Arábia Saudita. A advertência diz que representantes do governo receberam recentemente informações confiáveis de que atentados no país estão sendo planejados. Também nesta quinta-feira, o governo americano determinou a saída de seus diplomatas não-essenciais e suas famílias da Arábia Saudita, devido ao aumento dos temores de que eles sejam alvos de um ataque extremista. “Nós estamos preocupados. O nível de ameaça aumentou e, à luz dessa ameaça e de informações que recebemos (...) nós teremos uma saída ordenada”, disse o secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell. Bin Laden Essa será a terceira vez desde novembro passado que os diplomatas são ordenados a deixar a Arábia Saudita pelo mesmo motivo. Nesta terça-feira, trocas de tiros entre supostos extremistas e a Polícia na capital saudita, Riad, deixaram pelo menos quatro policiais mortos. “O governo americano continua a receber sinais de ameaças terroristas voltadas a interesses americanos e do Ocidente, incluindo ataques contra os transportes e a aviação civil. Cidadãos americanos na Arábia Saudita devem se manter em alerta”, diz uma mensagem divulgada pela embaixada americana em Riad. As autoridades da Arábia Saudita enfrentam uma onda de violência que, acredita-se, esteja sendo organizada por militantes ligados à rede Al-Qaeda, do dissidente saudita Osama Bin Laden. Atentados ocorridos em Riad em maio do ano passado causaram estragos em três complexos residenciais que abrigavam estrangeiros na cidade e deixaram 35 mortos, incluindo oito americanos. Em novembro, um outro atentado suicida, atribuído à Al-Qaeda, matou 18 pessoas e feriu mais de cem em Riad. |
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