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Deslizamento isola 1,5 mil turistas em Machu Picchu | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois grandes deslizamentos de terra perto das famosas ruínas da cidade inca de Machu Picchu, no Peru, deixaram neste sábado um saldo de 11 desaparecidos e cerca de 1,5 mil turistas presos na região. De acordo com autoridades locais, os deslizamentos de terra destruíram pelo menos seis casas e bloquearam as estradas e a linha de trem que ligam a cidade de Cuzco às ruínas de Macchu Picchu. O presidente do Peru, Alejandro Toledo, que estava na região para participar das gravações de um programa de televisão, coordenou pessoalmente o início das operações de resgate. As autoridades locais apelaram por ajuda e disseram que a área atingida não pode ser alcançada nem mesmo por helicópteros devido ao mau tempo. Atração turística Um dos deslizamentos ocorreu na região de Aguas Calientes, onde estavam as 11 pessoas desaparecidas. O outro, na entrada de Machu Picchu, destruiu parte da linha ferroviária que dá acesso à antiga cidade. O líder local de Cuzco, Carlos Cuaresma, disse que seis membros de uma mesma família e quatro trabalhadores estão entre os desparecidos, e outras seis pessoas ficaram feridas. A estimativa de cerca de 1,5 mil turistas na região é resultado do grande número de visitantes que foram passar o fim de semana de Páscoa em Machu Picchu. Cerca de 400 mil pessoas visitam a mais famosa atração turística do Peru a cada ano. As fortalezas do século 15, provavelmente construídas pelo grande imperador Inca Pachacutec, foram redescobertas em 1911 e ficam a 2,4 mil metros acima do nível do mar. |
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