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Deslizamento deixa seis mortos perto de Machu Picchu | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois grandes deslizamentos de terra perto das famosas ruínas da cidade inca de Machu Picchu, no Peru, deixaram neste sábado um saldo de seis mortos, cinco desaparecidos e cerca de 1,5 mil turistas presos na região. De acordo com autoridades locais, os deslizamentos de terra destruíram pelo menos seis casas e bloquearam as estradas e a linha de trem que ligam a cidade de Cuzco às ruínas de Macchu Picchu. O presidente do Peru, Alejandro Toledo, que estava na região para participar das gravações de um programa de televisão, coordenou pessoalmente o início das operações de resgate. As autoridades locais apelaram por ajuda e disseram que a área atingida não pode ser alcançada nem mesmo por helicópteros devido ao mau tempo. Atração turística Um dos deslizamentos ocorreu na região de Aguas Calientes, onde estavam os seis mortos e os cinco desaparecidos. O outro, na entrada de Machu Picchu, destruiu parte da linha ferroviária que dá acesso à antiga cidade. As autoridades locais temem que os desaparecidos, todos moradores da região, também estejam mortos e afirma que não há informações de turistas feridos ou desaparecidos. A estimativa de cerca de 1,5 mil turistas na região é resultado do grande número de visitantes que foram passar o fim de semana de Páscoa em Machu Picchu. Cerca de 400 mil pessoas visitam a mais famosa atração turística do Peru a cada ano. As fortalezas do século 15, provavelmente construídas pelo grande imperador Inca Pachacutec, foram redescobertas em 1911 e ficam a 2,4 mil metros acima do nível do mar. |
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