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Juiz detém mais dois suspeitos do atentado em Madri | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz espanhol que está investigando os ataques a trens ocorrido em março em Madri deteve outros dois suspeitos de envolvimento com o atentado. Os dois homens, ambos marroquinos, estão sendo investigados por terrorismo. Os suspeitos são Rachid Adli, preso perto de Madri na terça-feira, e Abdelilah el Fuad, preso na sexta-feira no enclave espanhol de Ceuta, no norte da África. Os dois compareceram perante ao juiz Juan del Olmo nesta quarta-feira. A agência de notícias espanhola Efe, citando fontes próximas à investigação, disse que Fuad esteve na casa onde acredita-se que os dispositivos explosivos foram preparados e ativados por telefones celulares. Ele também teria comprado um carro usado para ir a Astúrias para coletar os explosivos usados no ataque. Adli teria dito que se encontrou com Jamal Zougam, um dos mais importantes suspeitos sob custódia, e Jama Ahmidan, outro suspeito de ser líder do grupo, que morreu no sábado. Estão presas 17 pessoas, incluindo 13 marroquinos, acusados de envolvimento nos ataques de 11 de março que mataram 191 pessoas. 'Suicídio coletivo' Ahmidan foi morto em "suicídio coletivo" quando a polícia cercou um apartamento na área de Leganes, em Madri, onde ele e outros suspeitos estavam morando. Entre os mortos estariam os suspostos coordenadores do ataque, Sarhane ben Abdelmajid Fakhet e Abdennabi Kounjaa. Investigadores encontraram nos destroços dinheiro, documentos, mapas e "material suficiente para realizar novos ataques da mesma escala dos que ocorreram em 11 de março", segundo informações da imprensa. A polícia estaria tentando encontrar outra casa em Madri ou nos arredores da cidade onde outros envolvidos poderiam estar se escondendo. |
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