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Iraque está 'à beira da anarquia', dizem jornais britânicos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
"O Iraque está à beira da anarquia", segundo a manchete de capa dos jornais britânicos The Guardian e o The Independent. O Guardian traz uma análise do ex-chefe de pessoal do Ministério de Defesa britânico, Tim Garden. No artigo, Garden atribuiu a atual tensão no Iraque a erros cometidos no início da guerra, entre eles o de não ter previsto a resistência dos simpatizantes do ex-presidente Saddam Hussein, além da presença de extremistas islâmicos. Já o editorial do Independent conclui que a data de 30 de junho para a transferência da soberania ao Iraque é artificial e protege os interesses eleitorais do presidente americano George W. Bush. E que assim, ele apenas contribui para acelerar a violência. Nos Estados Unidos, o The New York Times critica em editorial a postura de Bush dizendo que "seria emocionante ver o presidente gastar menos tempo defendendo o seu calendário e mais preparando uma verdadeira transferência de poder. Isso pressupõe um plano que poderia trazer a ONU de volta como um aliado." Ruanda O genocídio em Ruanda também mereceu páginas de grandes jornais. O diário americano The Washington Post traz editorial assinado pelo ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton. No artigo, Clinton reconhece que a comunidade internacional não reagiu rapidamente para impedir o genocídio em Ruanda, há dez anos. "É impossível voltar no tempo e corrigir nossos erros coletivos em Ruanda", escreve Clinton. "mas nunca é tarde para fazer funcionar a vontade política, os recursos e o comprometimento global necessários para combater o mais recente desafio que aflige o país: a sombra de uma epidemia de Aids que ameaça toda a população ruandesa." |
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