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Funcionário de fábrica de pipoca ganha indenização de US$ 20 mi | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um funcionário de uma fábrica de pipocas de microonda dos Estados Unidos ganhou uma indenização de US$ 20 milhões (cerca de R$ 58 milhões) por danos à sua saúde sofridos durante o trabalho. Eric People, de 32 anos, sofreu danos nos pulmões por trabalhar exposto aos gases surgidos a partir da mistura de essências usadas para dar sabor à pipocas. Durante o julgamento da ação movida por Peoples, seus advogados revelaram que ele terá que esperar até dez anos por um duplo transplante de pulmão e, nesse período, poderá morrer. Empresas fabricantes de óleos para as pipocas agora correm o risco ter que pagar mais indenizações a outras 29 pessoas que as estão processando por motivos parecidos. Perigo ignorado Eric People trabalhava fazendo a mistura de essências de sabor para pipocas de microonda em uma fábrica no Estado do Missouri. Os jurados no caso decidiram que Peoples deve receber US$ 18 milhões e sua esposa, Cassandra, outros US$ 2 milhões da duas empresas fabricantes dos óleos. As empresas foram acusadas de saber que os gases produzidos pelas essências eram venenosos sem alertar de forma adequada pessoas que lidam diariamente com eles que havia riscos à saúde. Os advogados de defesa das empresas alegaram que o produto é seguro se manejado da maneira correta. |
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