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Mãe 'que recusou cesariana' é processada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma mulher foi indiciada por homicídio nos Estados Unidos depois de aparentemente ter se recusado a se submeter a um parto de cesariana, o que teria levado um de seus filhos gêmeos a morrer pouco depois do nascimento. De acordo com a Promotoria no caso, Melissa Ann Rowland mostrou "indiferença pela vida humana". A Promotoria revelou que Melissa, de 28 anos, teria se recusado a fazer a cesariana porque não queria ficar com uma cicatriz. Uma autópsia mostrou que um dos bebês gêmeos de Melissa morreu no dia 15 de janeiro, apenas dois dias depois de ter nascido. Duas cesarianas anteriores Os médicos afirmam que ele teria sobrevivido se a mãe tivesse aceitado se submeter à cesariana no dia 9 de janeiro, como eles haviam pedido. Contudo, em uma entrevista a uma rádio local concedida da prisão, Melissa disse que "nunca se recusou a fazer uma cesariana". "Eu já havia feito cesarianas duas vezes. Por que eu diria isso?", perguntou ela. Em janeiro, a Suprema Corte do Estado de Utah havia decidido que bebês não-nascidos em qualquer estágio de desenvolvimento passariam a ser protegidos pelas leis de homicídio locais. A lei vem sendo usada para processar mães que mataram ou causaram danos a seus filhos devido a seu estilo de vida, por abusarem do álcool ou tomarem drogas. No entanto, o caso de Melissa seria o primeiro no Estado em que uma mulher é processada por matar seu filho ao não ter seguido conselho médico. Caso seja condenada, a ré pode receber pena de prisão perpétua. |
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