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Todas as hipóteses serão investigadas, diz Aznar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro da Espanha, José María Aznar, disse que todos os ângulos possíveis serão investigados para apanhar os responsáveis pelos atentados que deixaram 198 mortos e mais de 1,4 mil feridos na quinta-feira, em Madri. "Nenhuma linha de investigação será deixada de lado", disse Aznar pouco antes de os espanhóis observarem cinco minutos de silêncio em homenagem às vítimas, nesta sexta-feira. As autoridades espanholas estão seguindo pelo menos duas linhas de investigação na busca pelos autores dos atentados, que colocaram bombas em quatro trens da capital espanhola. Embora as primeiras suspeitas tenham recaído sobre o grupo separatista basco ETA, a falta de características comuns aos atentados do grupo e uma suposta reivindicação dos atentados pela organização extremista islâmica Al-Qaeda levam as autoridades a considerar outras hipóteses. Coincidências A Al-Qaeda teria assumido a autoria do ataque em um comunicado enviado à sede do jornal árabe Al-Quda Al-Arabi, em Londres. Além disso, a descoberta de uma perua com detonadores e fitas contendo versos do Corão, o livro sagrado do islamismo, reforçou a hipótese de um atentado pelo grupo islâmico. O ministro do Interior da Espanha, Angel Acebes, disse que já instruiu as autoridades de segurança a não descartar nenhuma pista. Até mesmo os números estão sendo levados em conta pela imprensa espanhola. Os atentados em Madri ocorreram 911 dias depois dos ataques em Nova York e Washington. Em inglês o dia 11 de setembro, data dos atentados nos Estados Unidos, é escrito 9/11. |
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