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Explosões matam 'pelo menos 62' em Madri | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 60 pessoas morreram em uma seqüência de explosões que aconteceu em trens no centro de Madri, na manhã desta quinta-feira, segundo o Ministério do Interior espanhol. Um porta-voz da polícia confirmou que aconteceram explosões sucessivas nas estações de Ave, Atocha de Madrid, El Pozo e Santa Eugenia, por volta das às 7h35 (3h35 horário de Brasília), durante a hora do rush da manhã. A área próxima à Atocha, uma estação central que liga trens suburbanos ao metrô da cidade, está isolada e dezenas de feridos estão recebendo primeiros-socorros. As explosões acontecem três dias antes das eleições gerais espanholas. Governo culpa o ETA Não há evidências, até agora, ligando o ETA às explosões, porém a polícia havia alertado para a possibilidade do grupo realizar algum ataque antes das eleições. E um porta-voz do governo, Eduardo Zaplana, classificou as explosões como um “ataque à democracia espanhola”, e chamou o ETA de “gangue de criminosos assassinos”. Há menos de duas semanas, a polícia havia prendido dois homens suspeitos de integrar o ETA, carregando 500 kg de explosivos em uma caminhonete a caminho de Madri. Em dezembro, a polícia espanhola disse ter descoberto uma trama do grupo separatista basco para explodir um trem em uma estação Madri. O ETA matou mais de 800 pessoas desde o início de suas atividades, no fim dos anos 60. |
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