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Partido basco nega ação do ETA; governo 'não descarta nada'
trem depois da explosão em Atocha
Há dúvidas sobre a autorida dos atentados
O governo espanhol, que inicialmente culpou o grupo separatista basco ETA pelas explosões em Madri, agora não descarta qualquer teoria sobre a responsabilidade pelos ataques.

"Não descartamos nada", disse o ministro do Interior espanhol, Angel Acebes, em resposta à pergunta se ele acreditava que o ETA era o responsável pelos ataques ou se poderia ter sido a organização islâmica Al-Qaeda.

O líder do partido basco Batasuna, Arnold Otegi, negou que o ETA seja responsável pelas explosões que causou a morte de mais de 170 pessoas e feriu centenas de outras.

"O modo de operar, o alto número de vítimas e a maneira como foi feito o ataque me fizeram pensar. E eu tenho uma hipótese: a de que, sim, pode ter sido uma célula em operação da resistência árabe", disse Otegi à rádio Popular.

Democracia

O ETA não assumiu nem negou diretamente a responsabilidade pelos ataques.

Otegi disse à rádio Popular que o ETA sempre fez alertas pelo telefone sobre a iminência de atentados.

Desta vez, as autoridades espanholas dizem que não houve qualquer alerta.

A ministra de Relações Exteriores da Espanha, Ana Palacio, disse que os ataques tinham a assinatura do ETA e que tinham como objetivo abalar a democracia na Espanha.

O especialista em defesa da BBC, Frank Garner, diz que a escala da carnificina ultrapassa de longe qualquer coisa que o ETA fez no passado.

Reação

O papa João Paulo 2º condenou os ataques, que chamou de uma "ofensa a Deus".

O presidente pró-tempore da União Européia, o premiê irlandês, Bertie Ahern, disse que os atentados não poderiam ser justificados por nenhuma causa política.

O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, disse que os ataques destacam o que ele disse sobre a ameaça do terrorismo que todos continuamos a enfrentar.

O presidente da França, Jacques Chirac, disse que as democracias estão unidas na luta contra o terrorismo.

Autoridades francesas disseram ter reforçado o contingente policial na fronteira com a Espanha.

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