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Detetive diz que houve mais de um Jack, o estripador | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Após mais de dez anos estudando os crimes associados ao famoso assassino Jack, o estripador, um detetive aposentado britânico está defendendo a tese de que Jack não agia sozinho. Para Trevor Marriot, mais de uma pessoa cometeu os crimes violentos atribuídos ao famoso assassino da Londres do final do século 19. Um de seus principais argumentos tem como base dois homicídios, cujas vítimas foram encontradas com apenas 12 minutos de diferença. "É altamente improvável que o assassino tenha conseguido terminar o primeiro crime e, dentro de um período tão breve, matar a outra vítima", disse Marriot, ex-detetive do condado de Bedforshire. Prostitutas São atribuídas a Jack, o estripador, as mortes de cinco prostitutas no bairro londrino de Whitechapel. A identidade verdadeira de Jack, que agia com um facão e esquartejava as mulheres, é desconhecida. Durante uma palestra na Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, Marriot disse acreditar que estão erradas a maior parte das teorias sobre os suspeitos de terem sido Jack. "A maioria deles não merece nem que sejam qualificados como suspeitos", declarou. Um deles é Francis Tumblety, um médico americano (na verdade, um charlatão) preso na época dos assassinatos por ter se comportado em público de forma considerada indecente. Tumblety foi listado como um dos suspeitos porque colecionava órgãos femininos em sua casa. Muitas das vítimas de Jack foram mutiladas e alguns de seus órgãos foram removidos. O ex-detetive disse não ter ainda identificado o verdadeiro Jack, mas prometeu continuar investigando o caso. |
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