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Diretor do FMI renuncia e quer ser presidente alemão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diretor-gerente do FMI, Horst Köhler, oficializou a sua renúncia imediata ao cargo em uma entrevista coletiva em Washington. Köhler deixa o FMI para se candidatar à Presidência da Alemanha, cargo para o qual foi indicado pela oposição de centro-direita do país, que detém a maioria na assembléia que decide quem ocupará o cargo. Köhler informou que a atual vice-diretora do Fundo Monetário Internacional, Anne Krueger, assume o posto interinamente. Ao mesmo tempo com um sorriso e com lágrimas nos olhos, Köhler disse: "Gosto muito desta instituição". 'Papel mais forte' O diretor-geral do fundo disse que sua experiência profissional, tanto nacional quanto internacional, vai ajudá-lo a estabelecer "um papel mais forte" para a Alemanha no mundo. Köhler, de 61 anos, trabalhou durante mais de uma década no ministério alemão das Finanças sob o ex-chanceler conservador Helmut Kohl. Ele ajudou a elaborar a estrutura legal da moeda única europeia, o euro, e também desempenhou um papel-chave durante as negociações para a reunificação alemã, em 1990. Köhler era chefe do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (o Banco Mundial da Europa) quando foi nomeado diretor-gerente do FMI em 2000, depois de uma disputa amarga. |
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